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Lição

Aula 2 - Tipos de riscos mais comuns em nível local

Condições de conclusão

3 - Fase de identificação: riscos, recursos e capacidades locais

Os indicadores de riscos local ajudam a diagnosticar vulnerabilidades locais, planejar estratégias eficazes e direcionar recursos para fortalecer a resiliência da comunidade frente a possíveis desastres.

Para acompanhar o histórico de ocorrências no município, devemos analisar:

  • Mapas de risco da Defesa Civil.
  • Percepção comunitária sobre ameaças.
Descrição da imagem para a acessibilidade
  • Marcas de água nas paredes (mostram até onde a água já chegou)
  • Bueiros entupidos ou insuficientes
  • Ruas em declive que "descem" para áreas baixas
  • Construções muito próximas a rios ou córregos
  • Lixo acumulado em locais que podem obstruir a drenagem
  • Rachaduras no solo ou nas casas.
  • Árvores ou postes inclinados.
  • Água brotando em locais incomuns.
  • Encostas muito íngremes sem vegetação.
  • Cortes no terreno feitos sem cuidado técnico.
  • Casas construídas com materiais inadequados.
  • Famílias com muitas crianças pequenas ou idosos.
  • Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
  • Famílias com renda muito baixa.
  • Ausência de organização comunitária.

Além dos riscos, é importante mapear também os recursos e as capacidades que a comunidade tem para se proteger.

Recursos físicos / Abrigos potenciais

Escolas, igrejas, centros comunitários.

Equipamentos

Carros, caminhões, geradores, equipamentos de comunicação.

Infraestrutura

Hospitais, postos de saúde, delegacias, bombeiros.

Objetos bloqueando rotas de fuga.

Móveis ou entulhos que dificultam a saída rápida em caso de emergência.

Recursos humanos

Médicos, enfermeiros, eletricistas, pedreiros, lideranças.

Organizações

Associações, grupos religiosos, ONGs.

Voluntários

Pessoas dispostas a ajudar em emergências.

Habilidades técnicas

Primeiros socorros, mecânica, construção.

Experiência em emergências

Pessoas que já passaram por situações similares.

Conhecimentos especiais

Pessoas que conhecem bem a região.

Além dos riscos físicos, dos recursos e das capacidades que a comunidade tem para se proteger, também é importante mapear as vulnerabilidades sociais da comunidade. Você sabe como fazer isso? Para um futuro agente ambiental, esse conhecimento é indispensável! Vamos organizar em três etapas:

CliqueToque nas imagens para ver as informações

  • Idosos: Especialmente os que moram sozinhos.
  • Crianças: Principalmente bebês e crianças pequenas.
  • Pessoas com deficiência: Que podem ter dificuldades de mobilidade.
  • Pessoas doentes: Que dependem de medicamentos ou equipamentos.
  • Famílias muito pobres: Com menos recursos para se proteger.
  • Casas em áreas de risco: Que podem precisar de evacuação.
  • Construções frágeis: Que podem não resistir a eventos extremos.
  • Áreas isoladas: De difícil acesso para socorro.
  • Locais sem comunicação: Onde é difícil receber ou enviar informações.
  • Lista de pessoas vulneráveis: Com endereços e tipos de necessidade.
  • Mapa de casas em risco: Marcadas por cores conforme o nível de risco.
  • Rede de apoio: Quem pode ajudar cada pessoa vulnerável.
  • Planos específicos: Como evacuar ou ajudar cada caso especial.

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