Os indicadores de riscos local ajudam a diagnosticar vulnerabilidades locais, planejar estratégias eficazes e direcionar recursos para fortalecer a resiliência da comunidade frente a possíveis desastres.
Para acompanhar o histórico de ocorrências no município, devemos analisar:
- Mapas de risco da Defesa Civil.
- Percepção comunitária sobre ameaças.

- Marcas de água nas paredes (mostram até onde a água já chegou)
- Bueiros entupidos ou insuficientes
- Ruas em declive que "descem" para áreas baixas
- Construções muito próximas a rios ou córregos
- Lixo acumulado em locais que podem obstruir a drenagem
- Rachaduras no solo ou nas casas.
- Árvores ou postes inclinados.
- Água brotando em locais incomuns.
- Encostas muito íngremes sem vegetação.
- Cortes no terreno feitos sem cuidado técnico.
- Casas construídas com materiais inadequados.
- Famílias com muitas crianças pequenas ou idosos.
- Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
- Famílias com renda muito baixa.
- Ausência de organização comunitária.
Além dos riscos, é importante mapear também os recursos e as capacidades que a comunidade tem para se proteger.
Escolas, igrejas, centros comunitários.
Carros, caminhões, geradores, equipamentos de comunicação.
Hospitais, postos de saúde, delegacias, bombeiros.
Móveis ou entulhos que dificultam a saída rápida em caso de emergência.
Médicos, enfermeiros, eletricistas, pedreiros, lideranças.
Associações, grupos religiosos, ONGs.
Pessoas dispostas a ajudar em emergências.
Primeiros socorros, mecânica, construção.
Pessoas que já passaram por situações similares.
Pessoas que conhecem bem a região.
Além dos riscos físicos, dos recursos e das capacidades que a comunidade tem para se proteger, também é importante mapear as vulnerabilidades sociais da comunidade. Você sabe como fazer isso? Para um futuro agente ambiental, esse conhecimento é indispensável! Vamos organizar em três etapas:
CliqueToque nas imagens para ver as informações



