Apesar de muitas vezes serem chamados de “naturais”, os desastres não são inevitáveis. Eles são resultado de uma construção social, ou seja, das escolhas que fazemos sobre onde e como viver, como cuidamos do meio ambiente e como nos organizamos enquanto sociedade.
A boa notícia é que os desastres podem ser prevenidos ou reduzidos, especialmente quando há educação socioambiental e participação coletiva. Quando a comunidade se une, se informa e age, os impactos podem ser evitados ou minimizados.
As características comuns de um desastre são:
- Danos às pessoas: ferimentos, doenças, mortes.
- Perdas materiais: destruição de casas, veículos, equipamentos, documentos.
Entender para transformar!
Quando compreendemos a diferença entre ameaça, vulnerabilidade, risco e desastre, conseguimos agir com mais inteligência e eficiência. Esse conhecimento nos dá poder para prevenir, proteger e fortalecer nossas comunidades.
Veja como podemos atuar em cada frente:
As ameaças são eventos perigosos que podem causar danos. Podemos diminuir sua força ou frequência com ações como:
- Plantio de árvores;
- Obras de drenagem;
- Criação e aplicação de leis ambientais e urbanas.
Vulnerabilidade é a fragilidade diante de uma ameaça. Podemos torná-la menor com:
- Melhoria na estrutura das moradias;
- Educação sobre riscos e prevenção;
- Organização comunitária;
- Mobilização e cobrança por serviços públicos de qualidade.
O risco surge da combinação entre ameaça e vulnerabilidade. Ao agir sobre ambos, conseguimos:
- Minimizar a probabilidade de danos;
- Minimizar a probabilidade de danos;Planejar ações integradas e preventivas.
Desastres ocorrem quando o risco se concretiza e supera a capacidade de resposta local. Quanto menor o risco, maior a chance de enfrentar e superar o impacto de forma segura.