Agora, vamos conhecer os pilares do design thinking:
Empatia
Muito mais do que focar no problema, o pilar da empatia defende a importância de se colocar no lugar do outro. Esta seria a chave para entender seus sentimentos, projetar suas angústias e prever caminhos para solucionar a demanda de maneira satisfatória.
De maneira prática, a aplicação da empatia poderia prever, por exemplo, visitas a ambientes de trabalho, marcações de conversas informais com clientes e retornos que estimulem a sensação de estar na pele de outra pessoa.
Colaboração
A colaboração ocupa o segundo lugar entre os três pilares do design thinking. O pilar da colaboração se baseia na máxima de que uma abordagem multidisciplinar pode trazer pontos de vista inovadores e complementares a um problema.
Dessa forma, se uma empresa enfrenta desafios, por exemplo, no relacionamento com o cliente, deverá formar um time de avaliação composto por diferentes áreas – não apenas profissionais de atendimento – para estimular o compartilhamento de pontos de vista diferentes do chamado senso comum.
Experimentação
Por fim, o último dos 3 pilares do Design Thinking é a Experimentação. Ele parte do princípio de que, para entregar uma solução final o mais próximo possível da ideal, é necessário experimentar cada uma das etapas da criação, testá-la e otimizá-la antes de partir para a seguinte.
Além de poupar recursos, a experimentação constante estimula o desenvolvimento do olhar crítico e da capacidade de melhorar continuamente.